É a vida é uma Skol sim, e Ela não acreditava muito nisto. Acreditava que o que passou, passou, que nada voltaria, nem para sí, nem para ninguém, quem fez, um dia acertaria com Deus, e pronto. Talvez por isso guardasse tanto, dentro de si, armazenasse na memória e no coração os acontecimentos da Vida. Já que não voltam, não deixaria que fossem embora.
Entretanto, a Vida dá voltas, voltas em torno de sí, deixando que seus cabelos longos encubram seus olhos, e é aí que ela não vê, que deixa passar os nossos tropeços, durante aquelas voltas tão rápidas, tão estonteantes. Então chega a hora do acerto, nem sempre acerto explícito, muitas vezes nem se percebe, mas as contas estão se colocando em dia.
As pessoas vão e vêm nas nossas vidas, nos fazem bem, nos fazem mal. Tem horas que a gente presencia o "castigo" delas, não dá risada, mas faz um retrocesso, e se sente bem. É como dizem, "Perdoar é divino, mas mandar pro inferno é sensacional", é prazeroso, tem horas que mandar pro inferno é simplesmente TUDO!
Melhor ainda é quando a Menina se rodeia e nos traz do passado alguém inesperado, de um passado distante, de um passado recente. Parece que dos bolsos dela elas caem, os momentos, as lembranças, as presenças, bem onde estamos e nos faz pensar que tudo está bem. Não tão ruim é quando ela se aborrece, acha que não estamos sabendo brincar e afasta os brinquedos, agindo com sabedoria, enfim, acaba nos fazendo bem.
Aconteceu com Ela, ele apareceu, sumiu, apareceu de novo, e fez tão bem... Ele não é dela, nem Ela dele, mas quando estão juntos são um do outro. São momentos raros, mas intensos, são rápidos, mas eternos.
A Menina ainda brinca, não sabe onde guardá-los, se juntos, ou separados, e eles seguem a regra, enquanto puderem estar lado a lado, irão aproveitar, até que a menina decida.
Entretanto, a Vida dá voltas, voltas em torno de sí, deixando que seus cabelos longos encubram seus olhos, e é aí que ela não vê, que deixa passar os nossos tropeços, durante aquelas voltas tão rápidas, tão estonteantes. Então chega a hora do acerto, nem sempre acerto explícito, muitas vezes nem se percebe, mas as contas estão se colocando em dia.
As pessoas vão e vêm nas nossas vidas, nos fazem bem, nos fazem mal. Tem horas que a gente presencia o "castigo" delas, não dá risada, mas faz um retrocesso, e se sente bem. É como dizem, "Perdoar é divino, mas mandar pro inferno é sensacional", é prazeroso, tem horas que mandar pro inferno é simplesmente TUDO!
Melhor ainda é quando a Menina se rodeia e nos traz do passado alguém inesperado, de um passado distante, de um passado recente. Parece que dos bolsos dela elas caem, os momentos, as lembranças, as presenças, bem onde estamos e nos faz pensar que tudo está bem. Não tão ruim é quando ela se aborrece, acha que não estamos sabendo brincar e afasta os brinquedos, agindo com sabedoria, enfim, acaba nos fazendo bem.
Aconteceu com Ela, ele apareceu, sumiu, apareceu de novo, e fez tão bem... Ele não é dela, nem Ela dele, mas quando estão juntos são um do outro. São momentos raros, mas intensos, são rápidos, mas eternos.
A Menina ainda brinca, não sabe onde guardá-los, se juntos, ou separados, e eles seguem a regra, enquanto puderem estar lado a lado, irão aproveitar, até que a menina decida.