quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

300 anos

Às vezes ela pensa que as pessoas poderiam viver em torno de 300 anos e sente tanta pena em ter uma vida breve.

Breve sim! Não dá pra muita coisa! 

Com o que se vive quase não se pode errar. Se você errar, dependendo das suas habilidades, talvez não tenha tempo hábil para consertar, e viverá dos restos que lhe sobraram. (Já avisei, ela é dramática!)

Tem tanta gente genial no mundo, que mesmo em uma vida breve conseguem a arte de propagar o bem-estar coletivo, são pessoas com o dom de melhorar pessoas, imagine se vivessem 300 anos, com certeza o mundo seria melhor!

Entre outras coisas, se vivêssemos 300 anos:
    • Ficaríamos cerca de 36 anos na escola. Um super aprendizado.
    • Poderíamos ter filhos até os 140 anos, sem pressa!
    • A aposentadoria seria lá pelos 250. Pra que se aposentar antes com tanta vida pela frente?
    • Teríamos tempo pra entender que existem amizades verdadeiras, que as pessoas podem nos procurar sem querer nada em troca.
    • Teríamos sabedoria suficiente pra não ficar tentando adivinhar o que as pessoas realmente querem e sim aceitaríamos o que realmente podem nos dar.
    • Teríamos mais tempo pra aprender a lidar com nossas vergonhas e inibições.
    • Teríamos tempo pra entender que a vida é feita de encontros e desencontros.
    • Valorizaríamos mais as nossas famílias. Se não tivéssemos filhos, teríamos nossos pais por mais tempo, se não os tivéssemos mais, teríamos nossos irmãos, e se nunca os tivéssemos, teríamos os irmãos que escolhemos, os nossos amigos.
    • Teríamos muito tempo pra aprender a dizer "Eu te Amo". E falaríamos muito mais vezes!

      terça-feira, 28 de dezembro de 2010

      Calmaria.

      Aos poucos ela foi conhecendo ele melhor. A primeira vez que o viu ele estava chegando no aniversário de Maria Neta, meio perdido, mas firme, a final, iria enfrentar 3 das 5 Marias, e isto não é uma tarefa fácil.

      Claro! Elas são geniais, amabilíssimas, engraçadas, sutis, acima de tudo modestas, mas como disse, não são fáceis, cada uma a seu modo tem sua personalidade forte. Graças a deus (pra ele) a mais amena é Maria Mãe.

      Assim o tempo foi passando, e as Marias se acostumando com ele, com a sua calmaria, sua quietude, e com aquele humor repentino, de quem não se espera nada, e de repente proporciona aos demais umas boas risadas.

      E ele agüenta firme, Maria do Meio às vezes não dá folga, ela implica com ele, ele devolve, ela manda bala de novo e ele se cala, como se nunca estivesse estado naquele ambiente. Ponto pra ele, ele tem limites, ou sabe perder. Eu como simples narradora dos fatos fico com a segunda opção!

      Às vezes ele para no tempo, não reage, descansa o corpo sobre as duas pernas, deixa cair os ombros e olha, simplesmente olha. Ela tem vontade de se colocar à disposição e perguntar se ele quer alguma coisa. Ela sabe que ele não quer nada, pois ele oferece, é generoso, muito generoso, e isto é uma das melhores qualidades que uma pessoa pode ter. Quem é generoso, oferece não só benfeitorias materiais, mas sabe oferecer Amor.

      Sorte de Maria Mais Velha e do pequeno Pingo de Ouro!!!

      O melhor que podia ele já fez, que foi "dar" a elas o pequeno Pingo de Ouro, uma bolinha fofa e alegre, que embora tenha vindo a este mundo para ser cuidado (sábias palavras de Dra. Lucrécia - a única que merece seu nome postado neste blog, pois é uma grande mulher), nos trouxe muito mais alegrias do que já tínhamos com nossa Maria Neta e nosso Soldadinho de Chumbo, que juntos são imbatíveis.

      A cada 4 anos a vida se renova no saquinho de pano das 5 Marias.


      * Este post é uma homenagem ao meu primeiro seguidor. 


      De acordo com o prometido, a expressão único seguidor foi retirada, em homenagem ao terceiro seguidor!




      segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

      Outros olhos.



      Ontem ela olhou seu corpo com outros olhos pela primeira vez.

      A curiosidade foi desperta pela imagem das pernas de uma mulher, eram varizentas, flácidas e esburacadas, e ela era ainda bem nova. Na rua mesmo ela olhou pras suas, de frente e de costas, sem a mínima vergonha de se verificar, o clima permitia, faz calor.

      "Humm! Ainda não estão assim", pensou com ar de satisfação e com pena da outra.

      A final ela ainda é jóvem, e sente-se muito jóvem, mas às vezes o corpo não acompanha a juventude da cabeça, esse agora é seu medo!

      Bateu o pavor! Em casa olhou-se todinha no espelho, concluiu que não "embarangou" muito, o rosto ainda se preserva, avaliou cada poro, com caras e bocas. Ele está intácto, e confessa elogiando-se: "Bem, é a melhor parte!".

      O bicho vai pegar na "linha do equador" pensou desanimada.

      A barriga foi o maior susto, está menor do que já esteve é claro, esteve grande, a final abrigou uma vida, mas não está bom, parece que teima em se mostrar, a exibida. E agora?

      O bumbum, humm... Ainda está em forma, mas tem que se preservar, é traiçoeiro!

      Muito abdominal... e ela odeia abdominal! Que tal boxe, dizem que é tudo de bom! Além do que se pode massacrar aquele tal boneco!

      Ela ainda não tem cabelos brancos e nem calinhos nos dedos dos pés, que são de última, então ainda resta esperança!

      No fundo ela sabe o que despertou tanta preocupação, as pernas varizentas da outra foram um estímulo relâmpago, a questão já pairava na sua mente, por meio de outro estímulo motivacional. Bemditas ou malditas palavras?

      Ela voltou.

      Ela foi visitá-lo, a final no outro dia seria seu aniversário, esta data ela nunca esqueceu, mas nem sempre comemorou com ele como deveria.

      Chegando lá, como sempre, ele somente a ouviu, e ela falou, falou muito com ele.

      Ela sabia que ele não seria seu muro de lamentações, nem era isto que ela queria, mas se ela não falasse pra ele tudo o que precisava falar, falaria pra quem? Falar tudo mesmo, sem restrições...Tudo o que imagina, o que quer, o que vai terminar e o que vai começar? Só pra ele!

      Tá, ele deveria estar chateado, a final, há anos ela não o procurava. Não que ela não tivesse precisado dele, claro que precisou, mas parece que se esqueceu daquela amizade. Logo dele, que caminhou ao lado dela no passado.

      E ela não era boba. Durante uma semana fez contato, não iria aparecer assim de repente, mas como sempre, nas suas breves falas, ele só a ouvia. Ele sempre foi assim.

      Como ela queria que ele falasse com ela!

      Ele estava lá, esperando que ela chegasse e assim como não olhava diretamente pra ela, não olhava pros outros, olhava pra todos ao mesmo tempo, mesmo que em direções diferentes.

      Ele é tão bonitinho, parece um principezinho, e como tal ele se comporta, sua roupa é linda e a cabecinha sustenta o peso da coroa imponentemente. Mesmo imóvel, sem um sorriso, ele deixa transparecer bondade. E ele quer tão pouco, só quer que falem com ele, só quer que o ajudem a ajudar, e parece que ela havia se esquecido mesmo de como é fácil ser amiga dele. Enfim, ele é uma criança, e que criança não gosta de amigos?

      Ela confia nele, ele não está brabo não, está é feliz que ela voltou, e ele vai caminhar novamente com ela, ou melhor ela voltou a caminhar com ele, pois ele nunca a abandonou.


      *Devocionário do Menino Jesus de Praga
      Av. José Bonifácio, 645 - Porto Alegre


      sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

      Felicitações Natalinas!!!

      Este texto eu recebi da minha Amigona Flávia Ribeiro, e dentre todos os demais foi o que teve mais sentimento. E não podia ser diferente, foi escrito por ela!

      "Meus Amigos Queridos

      O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho. É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora. Claro que a vida prega peças. Mas, pensa só:

      Tem graça viver sem rir e gargalhar, pelo menos uma vez ao dia?

      Tem sentido estragar o dia porque alguém não concordou com você?

      Eu quero viver bem...E você? 2010 foi um ano cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões, decisões erradas, outras certas, tristezas e perdas, reencontros...
      Normal...

      2011 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o Homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas, e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor?

      O nosso desejo não se realizou?

      Beleza...Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para aquele momento, pois logo ali na frente tem algo muito melhor nos esperando.

      Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano e são nestes nomentos que crescemos e conseguimos reconhecer nossos verdadeiros sentimentos...

      Se a gente tiver um pouquinho mais de tolerância e permitir olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas serão diferentes. Pode apostar!!!

      O que eu desejo pra todos nós é SABEDORIA. E que todos saibamos transformar tudo em uma BOA EXPERIÊNCIA (mesmo que na hora não nos pareça).

      Desejo para todos esse olhar especial, com a vontade de fazer com que o seu dia seja bacana! Simplesmente faça as coisas acontecerem para você. Não deixe que nada tire seu foco. Cuide muito bem do seu "jardim"!

      2011 pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, especial!
      Depende de mim... e de você.

      Que assim seja!

      Feliz Natal! "

      quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

      Álbum de figurinhas








      Amor é como um álbum de figurinhas, quando completo, demora um pouquinho e perde a graça.

      terça-feira, 21 de dezembro de 2010

      As três vezes em que seu coração parou.


      Numa única noite, ela sentiu seu coração para e voltar por três vezes.

      Chegando ao local, junto dela, ele estava numa grande empolgação. Era um momento único, pela quarta vez era uma estréia. A estréia do nunca ocorrido antes. Era outra pessoa, parecia enfeitiçado.

      Sentou-se junto aos demais e despediu-se dela com um grande sorriso. Ela foi ao encontro dos outros, mas algo andava junto com seus passos, não estava segura.

      Veio a primeira aparição, e ele lá, com passos firmes, de mãos dadas com outra, mas procurava por ela, seus olhos se apertavam, não conseguia enxergá-la. Ela estava bem na frente, mas não houve o encontro.

      Deu um tempo e ela recebeu as primeiras notícias. Foi aí que seu coração parou pela primeira vez, antes de saber que estava tudo bem, imaginou que a história se repetiria e isto quase a dominou.

      Estava mais tranquilia, mas a insegurança ainda a rondava. Atravessou o recinto e se reposicionou, largou de mão todo o aparato para registrar tal momento, pois ele deveria ser registrado por seus olhos, na sua memória e não numa memória artificial.

      E foi aí que depois de algum tempo em que ela assistia ao espetáculo, ele estava lá, mas não era possível vê-lo chegar de onde ela estava. Via-se somente alguns, e seu coração parou mais uma vez! Foi a segunda!

      Mas seu coração teve que andar, era preciso ver o que nunca antes tinha sido visto ou enfrentar a realidade de que nada aconteceria, mais uma vez, então ele bateu novamente.

      Ele estava pleno, familiarizado com o ambiente, sem se preocupar com os outros, nem os seus, nem ninguém. E ele a procurava, precisava dela, precisava mostrar que ele tinha conseguido, e ela o procurava, precisava dele, precisava mostrar que sabia que ele tinha conseguido. E eles se reencontraram, só através do olhar, e de seus sorrisos! E pela terceira vez o coração dela parou, mas ele novamente bateu é claro, ela precisava abraçá-lo.

      Ele ainda cabe nos seus braços, cabe no seu colo, como sempre caberá, e se um dia ela não puder mais tê-lo desta forma, terá a imagem daquela noite em que ele fez de tudo para fazê-la feliz, pois ele fez isso por ela!


      Felicidade ou Alegria

      Ela é feliz ou é alegre?

      Se é feliz ou se está feliz?

      Ser feliz é quando não mais se espera nada além daquilo que se pode ter. Existe o contentamento com aquilo que se tem, ou que se é, o que não se tem ou não se é não é mais tão interessante.

      Então ela não é feliz... É triste não ser feliz?

      Não, ela é alegre, rí de tudo, rí de si mesma, rí da sua infelicidade, e almeja a felicidade que ainda não lhe pertence: Um ser, um objeto, uma caminhada farão toda a diferença... E ela merece ser feliz, ou está condenada a apenas ter alegria?

      Aí eu já não sei!


      domingo, 12 de dezembro de 2010

      Já faz 5 anos.

      Faz 5 anos que ele veio e se foi, assim rapidinho...

      Ela percebeu que ele estava ali, e brevemente, logo que foi notado, ele se despediu de um modo repentino e inesperado.

      Ela sabia que nunca iria esquecer, talvez por isso lembre-se dele quase todos os dias, mas ela nunca contabilizou o tempo em que essas lembranças iam e vinham e agora deu-se conta, já faz 5 anos.

      É uma saudade diferente, estranha, vazia. Não é uma saudade de tocar, abraçar, beijar, acariciar. Ela não pôde fazer isto nele.

      É o Amor que ficou, que nunca conseguiu ir embora, ele não levou consigo. Dizem que ele não levou porque ela foi muito importante, e depois de algum tempo, ele pôde dar a ela o beijo que ela não pôde dar a ele.

      E ela crê nisto!


      SAUDADE É O AMOR QUE FICA!



      segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

      A História de Pedro

      A família não pede dinheiro, apenas quer contato com alguém que conheça um caso parecido.


      Não é pedido de dinheiro, por favor leia. Obrigada

      Estranho caso clínico

      O parto foi através de cesariana, pois até a data prevista 31/3 não houve sinais, então optamos pela cirurgia.

      Pedro nasceu muito bem. Chorou logo e teve nota 9 de Apgar.

      Nasceu com 48 cm e pesou 3,430kg.

      Seu primeiro ano de vida foi ótimo, com desenvolvimento perfeito e nenhuma doença.

      Sentou com cinco meses, andou com 11 meses, disse as primeiras palavras com
      7 meses e antes disso já emitia sons naturais de um bebê.

      Com um ano e dois meses, certa tarde durante o sono, Pedro acordou
      assustado como estivesse se engasgando.

      Isso se repetiu por mais alguns dias até que fomos ao médico.

      Este viu uma crise, suspeitou de refluxo-gastresofágico e solicitou alguns exames.

      Nesta época, estas crises aconteciam mais ou menos 10 vezes ao dia e duravam aproximadamente 15 segundos.

      Como os exames não acusaram nada, por indicação do médico, procuramos um neurologista infantil que disse tratar-se de crises convulsivas.

      Fizemos um primeiro eletro encefalograma que foi normal.

      Procuramos o Dr.Salomão Schwartzmam, que o avaliou e considerou-o
      logicamente perfeito.

      Nesse período, as crises aumentavam em quantidade e intensidade.

      Assim, em agosto de 90 ele foi internado na UTI pela primeira vez com aproximadamente uma crise a cada 3 minutos.

      Ficou no Hospital 20 dias e saiu com as crises mais controladas. Fez uma Tomografia Computadorizada que foi normal.

      O segundo eletro acusou foco irritadiço do lado direito cérebro.

      Apesar de tudo isso, seu desenvolvimento continuava normal, porém mostrava-se mais sonolento.

      As crises continuavam; eram crises mistas.

      Em outubro de 90, percebemos que ele estava sorrindo menos, chorando menos e
      que quando sorria, o lado esquerdo de seu rosto parecia paralisado.

      Em novembro de 90, percebi que ele usava menos o braço esquerdo. Os médicos
      chamaram de seqüelas. Em dezembro de 90, fizemos uma ressonância magnética
      de crânio, um exame de Fundo de Olho alguns exames para detectar erros inatos do metabolismo. Todos os exames foram normais.

      Nessa época, ele já apresentava dificuldade para caminhar e falava menos.
      Mantinha uma média de mais ou menos 20 crises por dia.

      No decorrer de sete meses mudamos de médicos por diversas vezes vários anticonvulsivantes foram testados.

      Porém o efeito nunca era totalmente satisfatório.

      E esteve internado mais duas vezes para controlar crises mais frequêntes Em
      janeiro de 91, Pedro foi internado mais uma vez e saiu do hospital sem andar, sentar ou falar.

      Em fevereiro, novamente foi internado com crises muito fortes, ficou 20 dias no Hospital.

      As crises já duravam 1 min, manifestando-se a cada 10 min.

      Nessa ocasião, foi medicado com cortisona e fez vários exames de Metabolismo, porém nada foi encontrado...

      A habilidade motora dele ficou debilitada.

      Quando teve alta, não segurava a cabeça, não sentava sozinho e parecia não reconhecer ninguém, além de não fixar o olhar em nada.

      O tempo foi passando, e com seções de fisioterapia e muito carinho Pedro foi conseguindo alguns pequenos progressos.

      Continuávamos nossa maratona em médicos e exames, porém nada acontecia.

      Suas crises ficaram um pouco mais controladas, manifestando-se somente durante o sono, aproximadamente 8 episódios por noite, com duração de cerca de 1 min.

      No final de 95, ele ficou alguns dias consecutivos sem apresentar crises.
      Nestes últimos anos, repetiu alguns exames, porém nada de novo foi encontrado.

      Teve complicações pulmonares e tomou muito antibiótico. Nos últimos meses de 95, Pedro readquiriu o controle da cabeça e ganhou maior firmeza no tronco.

      Passou a fixar o olhar nas pessoas e objetos, porém ainda não manifestando desejo de pegá-los.

      Seu rosto ficou mais expressivo, apesar de ainda não rir ou chorar.

      Em janeiro de 96, repetimos a Ressonância Magnética que se apresentou tal e qual a anterior, segundo o médico que assinou o laudo.

      O Dr. Fernando Arita, seu médico atual, diagnosticou que Pedro tem um cérebro um pouco menos denso do que uma criança de 7 anos.

      Repetimos também o eletro encefalograma, que se apresentou bem melhor que o
      anterior, com crises mais localizadas. Fizemos também, um estudo de Cariótipo (pai, mãe e filho) com a Dra.Rita de Cássia Stoco e nada foi encontrado.

      Disse suspeitar de Doenças Mitocondriais e sugeriu que fizéssemos um estudo de DNA. Foi feita também, uma dosagem de aminoácidos no sangue e cromatografia de açúcares na urina.

      Atualmente, Pedro mantém cerca de 4 crises convulsivas durante o sono, principalmente a partir das horas da madrugada. Em suas crises estica braços e pernas, gira a cabeça para a esquerda e chora..

      Duram cerca de 45 segundos. Sua atenção continua fixa nas pessoas e objetos, porém não se movimenta espontaneamente.

      Readquiriu razoável controle de tronco, porém não senta, não fica em pé, não fala, não sorri ou chora.

      De dois anos para cá, desenvolveu uma escoliose bastante preocupante.
      Está medicado com Rivotril, Valpakine e Tryleptal.

      Pedro, atualmente, está com 15 anos. Durante todos estes anos, não encontramos uma resposta para o que acontece com Pedro, e, também nunca encontramos alguém com problema semelhante para trocar experiências.

      Se você puder ajudar, se for médico ou já conheceu alguma criança com o mesmo problema, por favor, nos escreva.

      Se não, passe essa mensagem para frente para que encontre o destino certo.

      Muito Obrigado,

      Liane e Manoel.

      Nosso endereço: Rua Conselheiro Brotero, 1559 apto 134 CEP 01232-011 São
      Paulo - SP - BRASIL
      Fone: (11) 3662.4826


      PS: O simples fato de repassar esta mensagem, já é por si só, um ato de
      solidariedade. *Peço a todas as pessoas que receberam esta mensagem
      que, por
      favor, tentem se conscientizar da necessidade que nós, seres
      humanos,temos de receber a ajuda um do outro. *

      *Enviem essa mensagem para todas as pessoas da sua lista, desde aquela
      que
      você escreve todos os dias, até a pessoa que você não escreve há muito
      tempo... *

      Assim poderemos, quem sabe, ajudar essa família...

      'Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas (...)

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