Essa é uma história real...
Há algum tempo, a minha mãe começou a perceber os sintomas da pressão alta. Com isso o paladar foi alterado. Ela salgava totalmente a comida. Sal altera a pressão arterial, a pressão arterial alterada, altera o paladar. Era um ciclo vicioso e horroroso!
O certo é que o arroz era terrível, impossível de ser comido sem um copo de água bem gelada na frente do prato.
Um dia, eu disse pra ela, que já que ela não conseguia mais sentir o quanto o arroz era salgado, ela seguisse cozinhando do jeito que aprendeu, mas ao servir a colher com o sal, servisse o habitual e devolvesse ao saleiro mais da metade do que foi servido, e com isso com certeza a comida dela voltaria a ser saudável, e assim ela o fez.
Com o tempo, com o tratamento, o paladar dela normalizou-se e a medida certa passou a ser a que ela já estava, então, habituada, um pouco menos, sempre um pouco menos.
E é assim, com nossos sentimentos também é assim. Quando temos um sentimento maltratado, e vemos a oportunidade de acariciá-lo, a tendência é sufocar a fonte do sentimento, queremos mais, queremos mostrar que gostamos, que podemos aproveitar, e perdemos a medida. Da mesma forma que a pressão alta maltratava, entre outras coisas, o paladar da minha mãe.
A medida certa não é a metade menos, não é 1/3 menos, não é a mais, é a medida certa. Cada um tem a sua, a medida certa é aquela que não sufoca, que não compara, que respeita, que dá ao novo a chance de ele te dar uma nova chance.
Esta é a medida certa.
Há algum tempo, a minha mãe começou a perceber os sintomas da pressão alta. Com isso o paladar foi alterado. Ela salgava totalmente a comida. Sal altera a pressão arterial, a pressão arterial alterada, altera o paladar. Era um ciclo vicioso e horroroso!
O certo é que o arroz era terrível, impossível de ser comido sem um copo de água bem gelada na frente do prato.
Um dia, eu disse pra ela, que já que ela não conseguia mais sentir o quanto o arroz era salgado, ela seguisse cozinhando do jeito que aprendeu, mas ao servir a colher com o sal, servisse o habitual e devolvesse ao saleiro mais da metade do que foi servido, e com isso com certeza a comida dela voltaria a ser saudável, e assim ela o fez.
Com o tempo, com o tratamento, o paladar dela normalizou-se e a medida certa passou a ser a que ela já estava, então, habituada, um pouco menos, sempre um pouco menos.
E é assim, com nossos sentimentos também é assim. Quando temos um sentimento maltratado, e vemos a oportunidade de acariciá-lo, a tendência é sufocar a fonte do sentimento, queremos mais, queremos mostrar que gostamos, que podemos aproveitar, e perdemos a medida. Da mesma forma que a pressão alta maltratava, entre outras coisas, o paladar da minha mãe.
A medida certa não é a metade menos, não é 1/3 menos, não é a mais, é a medida certa. Cada um tem a sua, a medida certa é aquela que não sufoca, que não compara, que respeita, que dá ao novo a chance de ele te dar uma nova chance.
Esta é a medida certa.
