Ela voltou de novo, mais uma vez, só que de forma cruel.
Ela é grande, é maior que qualquer um que habite, mesmo quando se disfarça de pequenininha e passageira. Ela faz doer, porque tenta tomar espaço, e o corpo dói, dói muito até que ela se acomode, e ela abre espaço pras outras, pra Insegurança, pra Incerteza, pra Decepção, pra Amargura. Não há corpo que aguente conviver com ela, sendo moldado e esticado por ela e pelas suas amigas, chatas, inúteis, devastadoras.
Vá embora! Leve tudo o que é seu, Dona
Tristeza!!!
Márcia HOPinto
Ela é grande, é maior que qualquer um que habite, mesmo quando se disfarça de pequenininha e passageira. Ela faz doer, porque tenta tomar espaço, e o corpo dói, dói muito até que ela se acomode, e ela abre espaço pras outras, pra Insegurança, pra Incerteza, pra Decepção, pra Amargura. Não há corpo que aguente conviver com ela, sendo moldado e esticado por ela e pelas suas amigas, chatas, inúteis, devastadoras.
Vá embora! Leve tudo o que é seu, Dona
Tristeza!!!
Márcia HOPinto
